Planejar hoje organiza o patrimônio de amanhã.
Holding familiar, doações, testamento e organização dos bens para que a transmissão do patrimônio aconteça com previsibilidade, segurança jurídica e menos conflitos. Mais de 25 anos no Rio de Janeiro, com sócios à frente de cada caso.
Você está passando
por alguma dessas situações?
Vários imóveis em nome próprio
Imóveis registrados na pessoa física entram integralmente no inventário. Uma holding imobiliária pode simplificar a gestão dos aluguéis e a transmissão aos herdeiros.
Empresa familiar sem plano de sucessão
Sem regras definidas, o falecimento ou o afastamento de um sócio pode paralisar a empresa. Acordo de sócios e protocolo familiar dão continuidade ao negócio.
Evitar um inventário longo
Doações em vida, com reserva de usufruto, e estruturas societárias reduzem o que precisará ser inventariado e o tempo em que os bens ficam indisponíveis.
Famílias recompostas
Filhos de diferentes relacionamentos, união estável e segundo casamento exigem atenção ao regime de bens e à partilha para evitar disputas futuras.
Proteger quem vai herdar
Herdeiros menores, com necessidades especiais ou em início de vida podem ser protegidos por testamento e por cláusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade.
Custo tributário da sucessão
A Reforma Tributária tornou obrigatórias as alíquotas progressivas do ITCMD. Comparar o custo de doar, constituir holding ou inventariar ajuda a decidir com dados.
Estruturas para organizar
e transmitir o patrimônio
- Diagnóstico patrimonial e sucessório da família
- Holding familiar e holding imobiliária: constituição, integralização de bens e acordo de quotistas
- Doação de bens e quotas com reserva de usufruto
- Testamento e codicilo
- Cláusulas de inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade
- Pacto antenupcial e alteração do regime de bens
- Acordo de sócios e protocolo familiar em empresas familiares
- Previdência privada e seguro de vida como instrumentos complementares
- Análise de ITCMD, ITBI e imposto de renda em cada alternativa
Famílias, empresários
e investidores
Famílias com patrimônio imobiliário
Organização de imóveis próprios e de renda, com gestão centralizada e transmissão planejada aos herdeiros.
Empresários e sócios
Sucessão nas empresas familiares, acordo de sócios e separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
Investidores
Estruturação de participações, aplicações e imóveis de investimento considerando os efeitos tributários e sucessórios.
Casais e famílias recompostas
Escolha e alteração do regime de bens, pacto antenupcial e testamento para proteger cônjuges e filhos.
Profissionais liberais
Médicos, engenheiros, advogados e outros profissionais que querem organizar o patrimônio construído ao longo da carreira.
Contadores, gestores e parceiros
Trabalhamos ao lado de contadores, gestores de patrimônio, corretores e planejadores financeiros em cada estrutura.
Do diagnóstico à estrutura em funcionamento.
Transparência em cada etapa. Você sempre sabe o que está acontecendo.
Diagnóstico
Levantamos bens, empresas, composição familiar e objetivos. Entendemos o que preocupa a família antes de propor qualquer estrutura.
Desenho da estrutura
Apresentamos as alternativas possíveis com custos tributários, cartorários e de manutenção comparados.
Implementação
Elaboramos contratos, escrituras, testamento e atos societários, e acompanhamos os registros.
Revisão periódica
Casamentos, nascimentos, novos bens e mudanças na lei pedem ajustes. Revisamos o planejamento ao longo do tempo.
Perguntas sobre
Planejamento Patrimonial
É uma empresa constituída para concentrar bens da família, como imóveis e participações societárias. Os familiares passam a deter quotas, e regras de gestão e sucessão ficam definidas no contrato social e no acordo de quotistas. Não é indicada para todos os casos: a decisão depende do patrimônio, da renda gerada e dos custos de manutenção.
Os bens integralizados na holding deixam de pertencer à pessoa física. Se as quotas forem doadas em vida, com reserva de usufruto, elas não entram no inventário. As quotas que continuarem em nome do titular serão inventariadas normalmente, mas o procedimento tende a ser mais simples.
Pode trazer eficiência tributária, mas não há resposta única. A doação também paga ITCMD, e a holding tem custos próprios de imposto de renda e de manutenção. O correto é comparar, caso a caso, o custo de cada alternativa com o custo do inventário.
Sim. Na doação com reserva de usufruto, quem doa mantém o uso e a renda do bem enquanto viver. Com o fim do usufruto, os donatários consolidam a propriedade sem precisar de inventário daquele bem.
Não. O planejamento organiza o patrimônio de forma lícita e transparente. Transferências feitas para frustrar dívidas já existentes podem ser anuladas como fraude contra credores ou fraude à execução. Por isso, o planejamento deve ser feito com antecedência e com a situação financeira em ordem.
Quanto antes, melhor: decisões tomadas com tranquilidade e saúde são mais seguras e dão tempo para implementar cada etapa. O planejamento também deve ser revisto sempre que houver mudanças na família, no patrimônio ou na legislação.
O patrimônio de uma vida merece ser transmitido com planejamento.
Converse com nossos advogados e entenda quais estruturas fazem sentido para a sua família.
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